terça-feira, 20 de novembro de 2018

Cariacica Contempla 30 Anos da Peça Vitor ou Vitrola

Cariacica Contempla 30 Anos da Peça "Vitor ou Vitrola?!"

Ricardo Amaro, Hudson Braga e Marquinhos Nô: cerca de duas mil apresentaçõres e um público estimado de 350 mil pessoas em 30 anos de encenação da peça

Nossa amada Cariacica não é só do hard core e do rock punk, é também do teatro e da poesia.

Como asseverou o revolucionário Nietzsche, temos a arte para não morrermos da verdade. Pensamento que o velho punk mantém em sua cabeceira.

Que o diga Hudson Braga, ator e diretor cariaciquense que há quase 40 anos milita no campo cultural de nossa cidade.

E hoje, Hudson Braga tem muito do que se orgulhar.

Conquistou o que poucos alcançaram numa vida de espetáculos. Está comemorando, juntamente com seus parceiros de cena Ricardo Amaro e Marquinhos Nô, os 30 anos de exibição da peça Vitor ou Vitrola?!, uma grande vitória para nossa cidade, fruto também de políticas públicas que não vieram de graça, mas por conta de muita luta de todo o setor cultural.

Hudson Braga e Ricardo Amaro

Para comemorar, foi organizada uma apresentação especial para homenagear o ator e diretor Marquinhos Nô, autor do texto, no último dia 14 de novembro, quarta-feira, no Centro Cultural Frei Civitella di Trento, em Campo Grande.

As Palhetadas conversam com Ricardo Amaro, Hudson Braga e Marquinhos Nô.


O dia foi de festa com a recepção de pelo menos quinhentas crianças que foram ao centro cultural assistir a apresentação da peça O Jogo do Lixo, do grupo HB de Teatro, do qual fazem parte Hudson Braga e Ricardo Amaro, além dos atores Paulo Henrique e João Vitta.

A peça O Jogo do Lixo, texto de Ricardo Amaro e direção de Hudson Braga

Logo mais, a noite seria de surpresas, com a apresentação da peça Vitor ou Vitrola?! sendo encenada novamente por Marquinhos Nô, no exato dia de seu aniversário, depois de quase duas décadas de sua última participação. Desde 2000 seu personagem ganha vida na pele do ator Ricardo Amaro.



Na peça Vitor ou Vitrola?!, homem e máquina travam no palco uma árdua disputa pelo “poder”: "não sois máquina, homem é que sois".

Marquinhos Nô, há muitos anos residente no Estado da Bahia, retornou a Cariacica especialmente para essa homenagem.

Ao final, nos agradecimentos, Marquinhos teve de soprar um bolo com muitas velinhas...


Ao mesmo tempo, Hudson Braga e Ricardo Amaro foram surpreendidos por seus respectivos filhos maquiados e com a indumentária de seus personagens: tal pai, tal filho?!, ou, de pai para filho?!


Uma grande festa para a cultura de Cariacica e para todos nós que amamos as artes cênicas e esses atores maravilhosos.

Salve Hudson Braga, salve Ricardo Amaro e salve Marquinhos Nô...

Até a próxima Palhetadas do Rock...

Um recado aos fuck rockers: assumam as escritas em suas camisetas e não vão a um show de Roger Waters sem saber o que ele quer dizer...








 
 










3 comentários:

  1. Bravo palhetadas do Rock! A midia maos importante da cultura Undegruond do Es!

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  2. Assisti na escola, há uns 20 anos!!!

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As Palhetadas agradecem!