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Mostrando postagens de fevereiro, 2014

Grupo de teatro T'Astral

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Grupo de teatro Motim encerra oficina no Oriente Jovens cariaciquenses que podem ir além de seu sonho Atenção artistas e amantes de todas as artes... O grupo de teatro Motim encerra mais uma temporada de formação e capacitação de jovens atores em Cariacica. Mais uma vez os incentivos da Lei João Bananeira são traduzidos em ações positivas com frutos culturais que muito vão nos orgulhar. Cena da esquete Metamorfose, que trata de comportamento e aceitação social, encenada pelo grupo A todos que queiram saber, os capixabas são reconhecidos no meio artístico nacional, onde quer que sejam apresentados, por seu talento, mas, principalmente, pela forma de lidar com as pessoas. Somos comunicativos, extrovertidos e bem formados... Por isso tantos capixabas no meio artístico... E também por isso Nelson Ricardo Amaro, ator, autor e diretor de teatro, não desiste de apostar nessas promessas. Paulista de nascimento, mas há 24 anos no Espírito Santo,...

O Poço dos Porcos - por Thiago Carminati

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O poço dos porcos um micro conto de Thiago Carminati Ilustração de Ricardo Campos, projeto Fora de Hora ( https://www.facebook.com/projetoforadehora) No quintal da casa brincávamos na grama, na areia, na terra, com bonecos de plástico, carrinhos, um mundo em miniaturas. Lá as mães diziam para tomar cuidado com o poço. Embora tapado com folhas de zinco e pedaços de madeira, o poço me convidava nas tardes em que a criançada ia embora. Colocava o ouvido nas frestas para escutar os barulhos vindos do escuro. Uma vez, apareceu por entre as folhas da figueira um velho trajado de branco com um olho de vidro me perguntando: “o quê tá fazendo aí menino?”; “Quero descobrir que barulhos são esses”, e o velho me contou que eram os porcos. Disse serem dois, um macho e uma fêmea, que para sobreviver no fundo do poço procriavam com o único intuito de devorar seus descendentes. Os anos se foram, levando o poço, casas e quintais, deixando avenidas e prédios no lugar. Só muito mais ...

A Artificialização do Homem

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A Artificialização do Homem: a arte contemporânea de Henrique Viana Interesse no inconsciente e arte voltada para a realidade: Dilma foge de Netuno, deus dos mares, cansado de tanta poluição... De volta das férias, de volta ao rock... Estamos de volta depois de muita cerveja, rock e luta social de verão... Agora as palhetadas do rock vão lhes apresentar o artista underground da hora: Henrique Viana. Henrique Viana faz uma arte engajada. Politica e filosoficamente expressa em seus desenhos a artificialização do homem representado em sua visão por um humanoide privado da realidade, que não enxerga, não ouve, nem respira por si mesmo. "O Humanoide", de Henrique Viana: desenho feito na mesa de um bar, no Oriente, a pedido deste editor do rock Seus desenhos são marcados pelo simbolismo, com figuras como serpentes, astros celestes, imagens folclóricas como a do boitatá, sereias e referências mitológicas greco romanas. Desenho que ilu...