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Mostrando postagens de março, 2013

O punk com o Pé na Cova

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Guilherme Junk (à esquerda),  com Léo Aranha (baterista do Harmonia Turbulenta)  e, ao centro, um hard punk boy desconhecido "entrei num vagão no centro da cidade, um coroa me chamou a atenção, coturno estourado, moicano abaixado ele tinha um A tatuado vou te falar como anarquizei, na década de 60 eu apavorei..." Dentre tantas emoções e atitudes punk para anarquizar e apavorar, a banda Pé na Cova, desfeita recentemente, em 2008, depois da morte do guitarrista, guarda com nostalgia vinte composições próprias, ao estilo do mais puro punk rock de subúrbio. A banda é de Campo Grande, formada no gueto de São Geraldo, e tem em seu vocalista Guilherme Junk uma vida ativa para a música, para o punk, para as ruas e para a anarquia.  Junk relata que depois da morte do seu parceiro, ficou três meses ouvindo Cazuza, Raul Seixas e Renato Russo. Em conversa pessoal com esse maluco vê-se logo que o cara tem atitude, ou seja , personalidade, o que anda ...

O diabo é o pai do rock!!!

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Acho que todos sabemos por que o diabo é o pai do rock, certo?  Oh yes , galera! O diabo é uma figura folclórica, criada pelos religiosos que precisavam de uma oposição a Deus. Assim foi criado o diabo, como uma entidade que representava o mal. Ou seja, aqueles que se afastassem da igreja estariam se afastando de Deus e se aproximando do diabo. Com essa imagem os religiosos pretendiam, através do medo, controlar seus seguidores ( não no twiter, mas na vida de carne e osso ).   Já em tempos mais modernos, todos sabemos as histórias dos negros nos campos de algodão ao longo do rio Mississipi (EUA). Naqueles campos, os negros escravos entoavam cânticos de lamentação, cânticos tristes que contavam a história de algo perdido no tempo, sua terra natal (África) ou mesmo entoando a Deus por sua misericórdia. Logo passaram a cantar histórias de amores perdidos ou de vidas sem destino. Essas músicas foram levadas dos campos de algodão às suas igrejas, onde se...

Foda-se a Crítica

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Foda-se a Crítica Banda The Rippes agradando a todos que amam a música, cerveja e tira gosto (Gush) Pois é galera, não adianta mesmo... Não adianta dizer que é da " Palhetada do Diabo ", que vai dar uma força pro evento, e blá-blá-blá, que a galera nem tá aí (eu avisei mané)... A gente acaba ouvindo um "foda-se" sonoro nos tímpanos... Então, amigo, VT NO C, ao melhor estilo do rock and roll... Mas deixa isso pra lá... O que importa é que a banda The Rippes (os bêbados) mandaram muito bem lá no Chamusquim. Quem esteve presente sentiu que a banda é visceral,  toca o que gosta por que gosta. E agradaram muitos, dos punks aos heavys, dos new boys aos Cazuzas, e dos transeuntes aos desavisados presentes no local. O guitar man Jean e suas palhetadas do diabo: louvor aos deuses do rock and roll Seu repertório é recheado por músicas das estrelas máximas do indie rock como The Strokes, White Stripes, Stone Age e Kings of Lion. Ainda man...

Bronha, Nosso Herói!

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Bronha, Nosso Herói! Banda The Rippes (os bêbados) no equipo do Bronha,  no bar Chamusquim Power Rock Não precisamos ir muito longe ( ao Estado do Mississipi/EUA ou aos subúrbios de Londres ) para fazermos parte da história do   rock and roll ...  Nossas histórias se confundem entre acordes do inferno e contra baixos pesados no bumbo da batera, marcando, quando preciso, e crescendo nos riffs das guitarras endiabradas das velhas e boas gigs de garagem que nós mesmos organizamos. Pois é, estamos falando de tantos e tão bons.  Estamos falando do Bronha, do Danilo De Bona ( esse, ninguém conhece! ), que é considerado por muitos um mito do rock suburbano, porque é a esse meio que pertencemos, e temos nosso próprio hall da fama do   rock and roll . Mas quem é esse cara? Pois é galera, poderia começar dizendo que se trata de um cara gordinho com o nariz nervoso, mas até a galera punk concorda: Bronha, esse cara é você! Band...