O punk com o Pé na Cova
Guilherme Junk (à esquerda), com Léo Aranha (baterista do Harmonia Turbulenta) e, ao centro, um hard punk boy desconhecido "entrei num vagão no centro da cidade, um coroa me chamou a atenção, coturno estourado, moicano abaixado ele tinha um A tatuado vou te falar como anarquizei, na década de 60 eu apavorei..." Dentre tantas emoções e atitudes punk para anarquizar e apavorar, a banda Pé na Cova, desfeita recentemente, em 2008, depois da morte do guitarrista, guarda com nostalgia vinte composições próprias, ao estilo do mais puro punk rock de subúrbio. A banda é de Campo Grande, formada no gueto de São Geraldo, e tem em seu vocalista Guilherme Junk uma vida ativa para a música, para o punk, para as ruas e para a anarquia. Junk relata que depois da morte do seu parceiro, ficou três meses ouvindo Cazuza, Raul Seixas e Renato Russo. Em conversa pessoal com esse maluco vê-se logo que o cara tem atitude, ou seja , personalidade, o que anda ...