sábado, 9 de novembro de 2013

Bad Guys: a biografia do rock capixaba

Bad Guys:
a biografia do
rock capixaba


Fabrício Hoffmann, Guto Ferrari e Ueliton Oliveira:
os "bandidos" do blues

Na sexta-feira recebi ligação da Red House Productions of Rock me convidando para um workshop com a banda Bad Guys na Van instrumentos musicais, para o dia seguinte. Beleza, pensei.

No sábado, fui de shineray até a casa de Nicacio onde já me esperava com Dan Carlos Menino Novo para baixarmos até a carpitá.

Dan Carlos e seu sonho de consumo:
"quero tocar numa fender papai. Larga menino!"

Dan embarcou porque está louco pra entrar no blues e nós, é claro, para prestigiarmos amigos e fazermos contatos of rock... e, especialmente, dar nossa pequena contribuição para o rock of Espírito Santo...

Baixamos pra carpitá.

Já no local, assistimos a uma super apresentação exclusiva onde os caras fizeram um pocket show, como bem disse Guto Ferrari, numa retrospectiva da história do blues, fonte de todas as vertentes do rock, começando com W. C. Handy, o pai do blues, passando por Eric Clapton e Jimy Hendrix - auge da apresentação, e chegando a Joe Bonamassa.

Amantes do rock

O público foi seleto. Aqueles que presenciaram foram brindados com boa produção, daquelas que respeitam o artista e os ouvintes, numa combinação que sempre dará certo: horas de ensaio, aprimoramento da técnica, boa produção, público fiel e dinheiro no bolso (ops!), quero dizer, reconhecimento, e isso vai acontecer, porque os caras fazem por que gostam.



Agora a banda alça voo mais alto. Está preparando material autoral para o primeiro álbum que será concebido pelas vias da lei de incentivo cultural de Cariacica.

Músicos e produção: tocando afinado dá resultado

Assim, definitivamente, o Bad Guys, que já está no hall da fama do Palhetada do Diabo, entra para a história do rock capixaba. E mais uma vez Big Field mostra ser uma potência do underground, como sempre foi.

Digo tudo isso não por que sou amigo dos caras, mas porque reconhecemos o esforço individual de cada um deles, Guto Ferrari, Fabrício Hoffmann e Ueliton Oliveira no aprimoramento da técnica de seu instrumento, o que podemos ouvir e sentir, fruto de horas de ensaio e do talento de cada um. 

Olha aê as palhetadas do rock

Certamente vamos colher muito mais desse incrível power trio.

Até a próxima...

Do seu amigo de sempre...


Fico devendo ao Brígida e ao Chamusquin...

Palhetadas do rock pra vocês... ao som de Neal Schon - Play the blues...


Ueliton valorizado pelo instrumento e amp: som perfeito


Do caralho...
Índio cansado...

Red House: fazendo uns contatos... 
Nicacio no salão fender: oh yes...



Set do caralho! Não, é do Hoffmann mesmo... 

Nicacio Red House, Alex Índio, Thiago Tonini e Dan Carlos
Larga que não te pertence... rsrsrs

Escrevendo a história do rock

Amigos no rock: Hendrix aprovou!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O legado de Moacyr Malacarne

O legado de
Moacyr Malacarne

Moacyr Malacarne, poeta do povo


Poeta trovador, memorista, folclorista e autodidata. 

Em sua biografia de artista popular encontramos passagens em escolas e universidades de norte a sul deste país e uma coleção de prêmios e reconhecimento.

Uma de suas proezas memoráveis eram os desafios aos estudantes nos ônibus lotados que vinham da cidade de Vitória para Cariacica nos horários de pico da década de 80.

Testemunhei e nunca vou esquecer!

Seu Malacarne simplesmente ignorava a frieza do lotação e embebia o público presente entre trovas, versos e demonstração de memorização de dados históricos e humanos dos países do mundo.


Muita prosa e muito verso:
do povo para o povo


Um feito a ser registrado e exaltado por todos nós, cariaciquenses.

Mas, e agora, que Seu Malacarne se foi? Onde estão os “Malacarnes” do povo?

Nosso amigo fora mais uma vítima de um modo de vida equivocado que escolhemos viver... Um modo de vida que privilegia as coisas e não o humano... Até quando?

Que seu legado seja fonte de inspiração para punks, artistas, escritores...

Mostrou que não é preciso fazer parte de uma academia de letras para cultuar nossos saberes e cultura popular. 

Moacyr, diz um verso pra nós aê...

Um dos últimos reconhecimentos de seu valor foi dado pela premiação “MESTRE ARMOJO DO FOLCLORE CAPIXABA”, oferecido pelo Estado àqueles que são reconhecidamente considerados como divulgadores de valores culturais populares.

Obrigado Moacyr Malacarne, poeta do povo!

Do seu amigo...