segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Banda Zoopatia Punk Rock: um novo recomeço


Quem pensou tratar-se de uma epopeia do punk rock, acertou, sabem por que? Simplesmente por que a banda Zoopatia Punk Rock está com componentes novos em folha, de novo. Bem, nem tão novos assim! É que o novo baterista da banda é Alex Índio, que foi o fundador da banda Guerrilha, origem do Zoopatia, há milênios atrás (final da década de 80).

Hoje, Alex Índio e Jacques, um dos criadores das melodias que embalaram nossa geração (que porra é essa mermão), encontram-se nos estúdios e palcos pra levar o punk à ebulição. Paulo Moscon ainda persiste na guitarra com seu estilo heavy-punk-a billy, mandando verdadeiras palhetadas do diabo. O baixo ainda é uma incógnita, como sempre no Zoopatia... Mas existe um lobby grande em torno do nome de Netinho.

Gustavão, do Harmonia Turbulenta, já liberou o local de ensaio. Está tudo pronto para a volta mais triunfante do punk: vamos gritar juntos "ninguém te perguntou porra nenhuma''.

Do seu editor do capeta, como sempre, com muito rock na cabeça.

Ah! Já ia me esquecendo... Sabem como é... depois de um motim, os amotinados são capturados, encaminhados à prancha e jogados aos tubarões para serem comidos... Oh yes... vida longa às guitarras, amplificadores, cozinhas perfeitas e tudo mais...

Até a próxima com mais histórias do rock punk hard core a billy...






domingo, 24 de fevereiro de 2013

RHC à todo vapor


É isso aí galera da Palheta do Diabo...

Estive nesta última sexta-feira no ensaio da banda Resistência Hard-Core, o RHC, e tenho a dizer o seguinte: pode contratar pro seu aniversário, reunião da empresa ou festa de final de ano. A banda tá demais... com seus hits (hits?) de apologia ao ideal anarquista e libertário, focalizadas em ritmos de guitarra pulsantes nas palhetadas diabólicas de Gustavo Fraga, o repertório musical está muito bem trabalhado.

Mas a dica, o segredo, sabemos todos qual é: muito ensaio. O vocal de Linguiça está aperfeiçoado e segura as músicas do início ao fim. Sua postura é acertada e evoca todo sua experiência teatral adquirida em anos no Grupo Motim de teatro. Voz pulsante e marcante.

A cozinha está boa, inteirada dos arranjos, mas percebemos uma atividade maior por conta do baterista Osvaldo, das antigas, que segura o bumbo e ataca na hora certa, conduzindo com exatidão. Um show do RHC nessa formação, com Linguiça (vocal), Gustavo Fraga (guitarra), Osvaldo (bateria) e Zé Renato (baixo), não dá pra perder.

Do seu editor de sempre, até a próxima palhetada do diabo, a alma do rock and roll.